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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cabeça de Bagre





Pescar, essa era uma idéia fixa na cabeça de Lorenzo. Mineiro acostumado com os rios de Minas Lorenzo inventou de ir pescar no mar. Comprou material para pesca com certo amadorismo e foi para praia. Estava envergonhado com sua falta de conhecimento em pesca marinha, mas a vontade falou mais alto. Colheu uns mariscos na praia, a linha e jogou-se ao mar. Num primeiro instante pensou que faria papel de bobo. Demorou um certo tempo até sentisse a primeira fiscada, logo empolgou-se. Apanhou mais iscas e resolveu tentar novamente. Dessa vez conseguiu iscar um peixe. Ficou todo empolgado com a façanha, não parava de sorrir feito um bobo alegre. Difícil foi o primeiro, muitos outros vieram. Lorenzo estava cansado da pescaria e pensou em ir embora, porém queria curtir o mar. Tirou a camisa e pulou no mar. Ficou um bom tempo divertindo-se nas ondas do mar. Resolveu pescar mais um peixe para completar sua pescaria. Péssima idéia. Fiscou um pequeno bagre, a inocência deLorenzo duvidou da força do animal. Ao tentar libertar o pequeno peixe indefeso do anzol, Lorenzo foi surpreendido por uma onda. Resultado, levou uma ferroada no dedo. A dor foi imediata, como um bicho tão bobo poderia provocar uma dor tão profunda. Lorenzo nunca tinha sentido uma dor tão chata como aquela, o dedo logo ficou roxo, a dor aumentava cada vez mais. O braço ficou dormente, Lorenzo não suportou a dor e correu envergonhado para casa de seu amigo Du da Xurupita. A casa era logo ao lado da praia, porém a dor passou a Lorenzo uma sensação de que nunca chegaria a casa de seu amigo. Pensou que perderia o dedo. Estava mordendo feito um idiota uma toalha pois não estava suportando tamanha dor. Ao chegar a casa de seu amigo foi atendido por sua mãe que logo deu uma risada do desespero do mineiro. Anta mineira foi o apelido carinhoso que Lorenzo ganhou de Fátima, a mãe de da Xurupita. Lorenzo achou que ia ter sequelas, foi quando ficou sabendo que aquilo era normal de acontecer e que a dor passaria com apenas água quente e vinagre. Ainda bem que uma simples receita salvaria seu dedo da amputação. Seu drama virou piada. Resumo da história, duvidar de um pequeno bagre do mar nunca mais!!!Depois de uma semana o dedo estava completamente curado.

3 comentários:

Anônimo disse...

Colé Marcelão,este relato é ficcional ou autobiográfica?? kkkkk
tá queimando o filme da mineirada aí porra...
é como se diz: "um dia é da caça, o outro é da pesca".

Anônimo disse...

Colé Marcelão,este relato é ficcional ou autobiográfica?? kkkkk
tá queimando o filme da mineirada aí porra...
é como se diz: "um dia é da caça, o outro é da pesca".
abço!
Mário Lucas

Anônimo disse...

kkkkkk... Que dó!!